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segunda-feira, 27 de junho de 2016

Infância Perdida

Infância perdida ou infância desassistida?

A cada dia nos deparamos com uma notícia triste e irreversível onde  nossas crianças
estampam páginas de jornais e e noticiários em geral. De quem é a culpa? da mãe que
precisa sair para trabalhar e não tem onde deixar seus filhos? ficando os mesmos nas 
ruas a mercê de toda sorte e infortúnio? Do pai que nem sempre sabe ao menos que
gerou aquele filho ou se sabe, prefere ignorá-lo? Ou mesmo, estando todos sob o mesmo
teto e mesmo assim, as crianças se sentem desamparadas, violadas e maltratadas? De que é a culpa?
Não é muito difícil de decifrar; nossas leis brandas demais, a falta de política pública voltada 
para os mais carentes, escolas de péssima  qualidade,  professores mal  pagos, ameaçados e
consequentemente; estressados. De que adianta sediarmos as olimpíadas, a copa do mundo,
sermos considerados os melhores no futebol, termos o mais lindo e caro carnaval do mundo,
se nossos governantes pouco ou nada fazem para mudar esse ciclo, deixando de lado o sofrido povo.
A industrialização foi sim, muito importante, grandes empresas vieram para cá, Produzimos e exportamos muito. O pequeno agricultor, deixou de produzir e foi para a cidade, lotando mais e mais
a periferia e comunidades. E na mesma proporção os problemas foram surgindo e cada vez mais
saindo do controle. Hoje, infelizmente, todos nó pagamos esse preço. Falta creche,
falta escola e também falta presídio. Criminosos entram e saem da prisão com mesma velocidade
que aumentam o despreparo de policiais. A consequência é o que vemos todo dia:
Menores pagando com a vida, a desonestidade, a corrupção e a indiferença de quem por eles deveria cuidar.


Autor: Elza Augusto Lino dos Santos

sábado, 11 de junho de 2016

PÃO CASEIRO COM ESPINAFRE E MARACUJÁ

PÃO CASEIRO DIFERENTE



Sou do tipo de pessoa que adora inventar uma receita, modéstia à parte, na maioria das vezes, costuma dar certo, em alguma, a invenção deixa um pouco a desejar, ou muito.

Mas como hoje, um dia bem frio de fim de outono mas BEM parecido com inverno, pensei; vou fazer um pão diferente de todos que já fiz.
Pensei em algo que fosse saboroso e também nutritivo, mas que não tivesse visto em nenhum lugar. Decidi fazer um pão que combinasse  fibras e vitaminas.

Pois bem, surgiu em minha mente o PÃO CASEIRO COM ESPINAFRE E MARACUJÁ.  Ficou maravilhoso, super macio. A junção do maracujá com o espinafre fez com que os sabores ficassem totalmente imperceptíveis, portanto um ótimo lanche para as crianças que não gostam nem de frutas, nem de verduras. 

Vamos aos ingredientes

1 kg de farinha de trigo
5 envelopes  de fermento seco (10 grs cada)
200ml de óleo
2 ovos
350 ml de água
1 galho de espinafre 
3 maracujás doces (são menos ácidos)
um colher de sopa de sal
11/2 de açúcar

Bata no liquidificador a água, os maracujás e o espinafre. Numa tigela grande, desmanche o fermento em  50 ml de água morna.
Despeje o conteúdo do liquidificador, junte os ovos, o óleo, o sal e o açúcar. Amasse muito bem, se precisar mais farinha, vá colocando aos poucos até ficar uma massa uniforme e não muito dura. Deixe descansar por 20 minutos até dobrar de volume. Em seguida enrole os pães, salpique fubá por cima,  e espere crescer novamente, mais ou menos 1 hora. Asse em forno a 250°.

Obs:  Se preferir, pode-se coar o conteúdo do liquidificador, eu preferi não coar, deu um aspecto diferente no pão, com as pintinhas pretas da semente do maracujá.

Por Elza Augusto Lino dos Santos



sábado, 4 de junho de 2016

SUCO DE TAIOBA COM MARACUJÁ COMO FAZER

suco de taioba com maracujá


Sabendo a importância dos famosos sucos naturais, criei um hoje que ficou muito saboroso e nutritivo. A taioba, não muito comum nos dias de hoje, é um alimento que deveríamos consumir com mais frequência

Encontramos na taioba dois tipos de vitaminas: A e C. 1,21 mg de vitamina A são encontrados  a cada 100gr, e 17,9 mg de vitamina C na mesma quantidade.

Riquíssimo em minerais como : ferro, manganês, magnésio, potássio, cobre e fósforo, além de uma dose generosa de cálcio: 141 mg para cada 100 grs

Mas atenção: Não consumir crua, pois existe uma substância em suas folhas que pode ser tóxica para algumas pessoas; são os
cristais de oxalato de cálcio, essa substância poderá irritar as mucosas da boca e garganta. Para não ocorrer esse incômodo é só aferventar e jogar a água utilizada fora.

ingredientes

1/2  xícara de taioba aferventada e escorrida

1 maracujá médio

1 galho pequeno de hortelã

1 fatia de mamão

300 ml de água filtrada

açúcar a gosto


Bata tudo no liquidificador, não precisa coar. tome imediatamente
para não perder as propriedades do suco.
Bom apetite

Autor Elza Augusto Lino dos Santos






quinta-feira, 2 de junho de 2016

COMER SEM CULPA É POSSÍVEL?

Quando olhamos aquelas velhas fotos de família guardadas com tanto carinho, verificamos que a maioria das pessoas eram bem magrinhas e esbeltas. os homens com seus ternos colados no corpo e seus chapéus tipo panamá, não mostravam nenhuma barriga, as mulheres com seus vestidos acinturados, bem abaixo dos joelhos ou mesmo até o pé ( isso no tempo de meus avós), exibiam uma cinturinha de fazer inveja a muita moçoila  de hoje. As décadas foram se passando, a população aumentando e nossa alimentação também foram sendo modificadas aos poucos. Antigamente a alimentação era quase que totalmente natural. As pessoas que viviam no interior, nem sabiam o que era bolacha recheada, óleo para cozinhar, salsicha em lata, presunto e muito menos o significado da palavra "fast ood". a bolacha ou biscoito eram feitos pelas nossas mães ou avós, a comida era feita com gordura de porco criado com milho plantado ao redor das casas. salsicha era substituída por linguiça caseira. Lanches prontos? nem lanchonete existia. Talvez pelo fato das mulheres não trabalharem fora, tinham mesmo muito tempo prá se dedicar à alimentação da família. hoje com tanta oferta de guloseimas e comidas fáceis de fazer, as pessoas foram deixando de lado o gosto por cozinhar e com isso a alimentação saudável deu lugar a produtos ricos em sódio, açúcares e gordura. Muitas pessoas, com excesso de peso, não conseguem ver uma saída,e com isso comem cada vez mais e engordam tantas vezes mais. Comer é mesmo um grande prazer, mas saibamos ter moderação e bom senso ensinando nossas crianças a se alimentar melhor, a fazer melhores escolhas para que quando forem mais velhas  ou  adultas não sofram as consequências de uma vida limitada, retraída e porque não dizer sofrida.  

quarta-feira, 1 de junho de 2016

CONTRAÍ DENGUE, E AGORA?

Há 15 dias atrás, parecia que ia ficar gripada, pois comecei a espirrar, mas a tal gripe não evoluiu como eu imaginava. No dia seguinte, acordei com febre, dor de cabeça e muita dor do lado esquerdo na altura do meu rim. Como em minha cidade várias pessoas contraíram dengue, pensei acho que chegou minha vez. Apesar de todo cuidado com água parada, prato de plantas e demais atitudes, o danado do mosquito me pegou de jeito. Sabemos que não devemos nos automedicar, mas tomei um analgésico muito conhecido por algumas vezes e nada da dor de cabeça sumir. Fui a um laboratório e fiz um exame; era realmente dengue. Mas como sempre ouço dizer que não há remédio para dengue, não fui ao médico. Mas o certo é ir sim, e ouvir as orientações de um profissional, pois segundo ouvi dizer, a dengue faz com que nossas plaquetas baixem e poderá aparecer uma anemia. Então porque não fazer a coisa direito? Ainda não fui, mas vou com certeza. Esse é o certo, é o que todos nós devemos fazer. Hoje já estou me sentindo bem melhor, a febre foi embora, a dor de cabeça, idem, já estou me alimentando bem como sempre faço, acho que por esse motivo, tão fiquei tão debilitada como muitas pessoas relatam. Bem pessoal, vamos cuidar mais e mais do nosso quintal, cobrar as autoridades com a limpeza pública porque não é nada confortável essa tal de dengue, é bem ruim, sim e graças a Deus tive a dengue clássica, sem complicações.

terça-feira, 31 de maio de 2016

segunda-feira, 30 de maio de 2016

SEM IDADE PARA BLOGGAR

Há alguns anos atrás comecei a montar esse blog, mas pouco sabia de internet (continuo sem 
saber muita coisa rsrsrsr), mas leio bastante, vejo vídeo aulas, tutoriais etc. Mas sempre fica aquela indagação; o que escrever que realmente seja útil, não só para minha faixa etária, mas que realmente  traga algo de interessante e útil para todas as idades. O medo do ridículo insiste em falar mais alto.
Depois de ver bastante publicações aleatórias cheguei a conclusão; não existe idade para estar sempre atualizada no mundo virtua,  vou terminar meu blog, sim, Porque não? Posso  passar adiante minhas experiências, mas com certeza vou aprender também e muito. Quem não tem a humildade de aprender sempre, vive na eterna ignorância. Isso não quero para mim.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Somos todas bem tratadas na hora do parto?

Há algum tempo atrás, li algo sobre o tratamento que algumas 
mulheres recebem quando estão muito fragilizadas pela chegada de seus filhos ao mundo. Lembrei-me que há 29 anos atrás, quando
fui dar a luz ao meu caçula, fui muito humilhada e maltratada, mas
como estava naquela situação de dependência, nem observei que estavam me tratando como uma coisa qualquer, e não como alguém
que sentia muita dor e precisava apenas de uma orientação mais humana. Lembro-me que ainda estava no quarto chamado de pré parto, quando uma enfermeira veio  ver minha dilatação e nesse momento, minha bolsa estourou, a mesma me xingou e disse que eu não deveria ficar com a bexiga cheia, deveria ter ido ao banheiro.
Não estava com vontade de fazer xixi, mas a mesma não identificou que aquele líquido era o líquido amniótico. Ainda me disse que se eu já era mãe, deveria saber como era tudo. Respondi a ela que meu primeiro filho, tive de parto cesária, não senti contrações, foi tudo muito diferente. Bem, dali há alguns minutos, chegou o médico obstetra que examinou novamente e disse que estava na hora de ir para a sala de parto. Colocaram-me em uma cadeira de rodas com aquela avental e nada mais por baixo, nem sequer amarraram as tiras. Lembro-me que o médico ao ver aquele desleixo das funcionárias, chamou-lhes a atenção. Ao chegar na sala de parto, fui colocada na mesa ginecológica, em meio a muita dor de 5 em 5 segundos, as forças já acabando, ouvi uma funcionária dizer a seguinte frase: "Agora aguenta, prá fazer não estava bom?" Eu não acreditei que alguém que estudou, que talvez
acreditasse que era seu dom, poderia usar aquelas palavras com tamanho desrespeito e ironia. Lógico que não foram todas que me 
deram esse tratamento horrível, mas infelizmente o que é ruim, sempre fica na nossa memória. Quando li há pouco tempo sobre
relatos de mulheres que sofreram humilhações em hospitais e clínicas, vi que esse assunto continua acontecendo do mesmo jeito que aconteceu comigo há quase 30 anos atrás. Será que com toda tecnologia, avanços na medicina e conforto que se encontra nos hospitais, terão as mulheres voltar ao tempo e ter seus filhos em casa com parteiras, porque com certeza elas eram muito bem tratadas, as parteiras ficavam nas casas o quanto fosse preciso 
com todo amor, carinho e paciência, até chegar a hora da criança vir ao mundo. Bem aventurada sejam as poucas que ainda restam.
Eu e meus irmãos tivemos esse privilégio. Muito obrigada D.Ritinha, onde quer que a senhora esteja.