Blog trata-se de receitas caseiras, curiosidades, dia-a-dia, horta e frutíferas, passeios, reflexão, dicas, assuntos diversose o que for relevante para todos.
terça-feira, 31 de maio de 2016
Cacique de Ramos apresenta Roda de Samba do Fundo de Quintal part Zeca P...
GRANDE SAMBISTA, MÁRIO SÉRGIO, ÍNTEGRO, AMIGO COMPANHEIRO, RECEBA ESTA SINGELA HOMENAGEM. DESCANSE EM PAZ
segunda-feira, 30 de maio de 2016
SEM IDADE PARA BLOGGAR
Há alguns anos atrás comecei a montar esse blog, mas pouco sabia de internet (continuo sem
saber muita coisa rsrsrsr), mas leio bastante, vejo vídeo aulas, tutoriais etc. Mas sempre fica aquela indagação; o que escrever que realmente seja útil, não só para minha faixa etária, mas que realmente traga algo de interessante e útil para todas as idades. O medo do ridículo insiste em falar mais alto.
Depois de ver bastante publicações aleatórias cheguei a conclusão; não existe idade para estar sempre atualizada no mundo virtua, vou terminar meu blog, sim, Porque não? Posso passar adiante minhas experiências, mas com certeza vou aprender também e muito. Quem não tem a humildade de aprender sempre, vive na eterna ignorância. Isso não quero para mim.
saber muita coisa rsrsrsr), mas leio bastante, vejo vídeo aulas, tutoriais etc. Mas sempre fica aquela indagação; o que escrever que realmente seja útil, não só para minha faixa etária, mas que realmente traga algo de interessante e útil para todas as idades. O medo do ridículo insiste em falar mais alto.
Depois de ver bastante publicações aleatórias cheguei a conclusão; não existe idade para estar sempre atualizada no mundo virtua, vou terminar meu blog, sim, Porque não? Posso passar adiante minhas experiências, mas com certeza vou aprender também e muito. Quem não tem a humildade de aprender sempre, vive na eterna ignorância. Isso não quero para mim.
sexta-feira, 27 de maio de 2016
Somos todas bem tratadas na hora do parto?
Há algum tempo atrás, li algo sobre o tratamento que algumas
mulheres recebem quando estão muito fragilizadas pela chegada de seus filhos ao mundo. Lembrei-me que há 29 anos atrás, quando
fui dar a luz ao meu caçula, fui muito humilhada e maltratada, mas
como estava naquela situação de dependência, nem observei que estavam me tratando como uma coisa qualquer, e não como alguém
que sentia muita dor e precisava apenas de uma orientação mais humana. Lembro-me que ainda estava no quarto chamado de pré parto, quando uma enfermeira veio ver minha dilatação e nesse momento, minha bolsa estourou, a mesma me xingou e disse que eu não deveria ficar com a bexiga cheia, deveria ter ido ao banheiro.
Não estava com vontade de fazer xixi, mas a mesma não identificou que aquele líquido era o líquido amniótico. Ainda me disse que se eu já era mãe, deveria saber como era tudo. Respondi a ela que meu primeiro filho, tive de parto cesária, não senti contrações, foi tudo muito diferente. Bem, dali há alguns minutos, chegou o médico obstetra que examinou novamente e disse que estava na hora de ir para a sala de parto. Colocaram-me em uma cadeira de rodas com aquela avental e nada mais por baixo, nem sequer amarraram as tiras. Lembro-me que o médico ao ver aquele desleixo das funcionárias, chamou-lhes a atenção. Ao chegar na sala de parto, fui colocada na mesa ginecológica, em meio a muita dor de 5 em 5 segundos, as forças já acabando, ouvi uma funcionária dizer a seguinte frase: "Agora aguenta, prá fazer não estava bom?" Eu não acreditei que alguém que estudou, que talvez
acreditasse que era seu dom, poderia usar aquelas palavras com tamanho desrespeito e ironia. Lógico que não foram todas que me
deram esse tratamento horrível, mas infelizmente o que é ruim, sempre fica na nossa memória. Quando li há pouco tempo sobre
relatos de mulheres que sofreram humilhações em hospitais e clínicas, vi que esse assunto continua acontecendo do mesmo jeito que aconteceu comigo há quase 30 anos atrás. Será que com toda tecnologia, avanços na medicina e conforto que se encontra nos hospitais, terão as mulheres voltar ao tempo e ter seus filhos em casa com parteiras, porque com certeza elas eram muito bem tratadas, as parteiras ficavam nas casas o quanto fosse preciso
com todo amor, carinho e paciência, até chegar a hora da criança vir ao mundo. Bem aventurada sejam as poucas que ainda restam.
Eu e meus irmãos tivemos esse privilégio. Muito obrigada D.Ritinha, onde quer que a senhora esteja.
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